Kleber levou 3 jogos de gancho. Exatamente o número de jogos que faltam para acabar a primeira fase do Campeonato Paulista. É provável que pegasse 4 jogos de suspensão se faltassem 4 rodadas para acabar. Assim ele não fica fora da semifinal.
Dá saudade do STJD, que punia todo mundo com 120 dias. Acho que estou cansado da impunidade.
Kleber claramente teve a intenção de agredir André Dias, que, diga-se de passagem, não é nenhum santo. o palmeirense esqueceu completamente a bola, que estava a seu alcance e lançou uma forte cotovelada no olho do zagueiro adversário.
Punição de 3 jogos? Que ABSURDO!
terça-feira, 25 de março de 2008
segunda-feira, 24 de março de 2008
Corinthians 1 - Rio Claro 0
Como foi dito aqui no blog ontem, fui escalado para trabalhar nessa partida. Que tristeza.
Quando vi a escalação do Corinthians fiquei me perguntando: 'o que um técnico de futebol tem na cabeça pra escalar Marcel e Heverton juntos na armação de uma equipe?', dois jogadores que já tiveram boas oportunidades no Corinthians e que renderam quase nada, é impressionante.
Também pensei: 'há pouco mais de um ano, Marcel e Acosta eliminaram o Corinthians da Copa do Brasil jogando pelo Náutico.', e lembrei que há um ano e meio Acosta era banco do Peñarol. Isso, o Peñarol do Uruguai. Você está querendo saber se esse time ainda existe? Existe sim. Você nunca mais ouviu falar? Mas existe. E o Acosta era banco lá. Hoje é titular do Corinthians. Como? Eu também me pergunto.
Mas tudo bem, de repente o cara virou craque né. Vamos então relatar o jogo. O Corinthians jogou no 4-4-2, com Carlão na lateral-esquerda e André Santos como um homem de meio campo. Fabinho era o único volante, André descia pra marcar como se fosse um lateral e Carlão fechava como um terceiro zagueiro. A marcação se perdia constantemente com os ataques do poderoso (?) Rio Claro. Entre André Santos e Carlão, Mirandinha, camisa 7 do time azul, apareceu, pelo menos, 3 vezes em condições de finalizar, e o fez. Em uma delas para uma difícil defesa de Felipe. Já que deixava espaços na defesa, o Corinthians devia estar atacando bem, certo? Errado. André Santos caia pelo meio, congestionava o setor com Heverton e Marcel. Heverton buscava o jogo mais recuado, mas errava passes. Quando Marcel dominava, os erros novamente aconteciam. Acosta saia da área pra buscar o jogo e quando dominava não tinha o que fazer, pois ninguém estava a frente dele, era ele quem tinha que estar na frente. Que beleza de bagunça. O gol só podia sair do jeito que foi. Aqui você assiste.
No segundo tempo, Perdigão entrou no lugar de Heverton, que era o dono das bolas paradas. O Corinthians perdeu essa opção, mas também pouco ameaçou o gol adversário. Herrera criou boas chances no final do jogo, quando o Corinthians também quase tomou o gol de empate. Seria merecido, mas o futebol nem sempre é justo. Antes do fim, os 13.211 pagantes ainda viram Marcel levar uma bolada no rosto quando tentava dominar uma bola com o pé! Esse é o Corinthians. Como me disse uma pessoa ontem: "10% melhor do que o ano passado, time ruim".
Quando vi a escalação do Corinthians fiquei me perguntando: 'o que um técnico de futebol tem na cabeça pra escalar Marcel e Heverton juntos na armação de uma equipe?', dois jogadores que já tiveram boas oportunidades no Corinthians e que renderam quase nada, é impressionante.
Também pensei: 'há pouco mais de um ano, Marcel e Acosta eliminaram o Corinthians da Copa do Brasil jogando pelo Náutico.', e lembrei que há um ano e meio Acosta era banco do Peñarol. Isso, o Peñarol do Uruguai. Você está querendo saber se esse time ainda existe? Existe sim. Você nunca mais ouviu falar? Mas existe. E o Acosta era banco lá. Hoje é titular do Corinthians. Como? Eu também me pergunto.
Mas tudo bem, de repente o cara virou craque né. Vamos então relatar o jogo. O Corinthians jogou no 4-4-2, com Carlão na lateral-esquerda e André Santos como um homem de meio campo. Fabinho era o único volante, André descia pra marcar como se fosse um lateral e Carlão fechava como um terceiro zagueiro. A marcação se perdia constantemente com os ataques do poderoso (?) Rio Claro. Entre André Santos e Carlão, Mirandinha, camisa 7 do time azul, apareceu, pelo menos, 3 vezes em condições de finalizar, e o fez. Em uma delas para uma difícil defesa de Felipe. Já que deixava espaços na defesa, o Corinthians devia estar atacando bem, certo? Errado. André Santos caia pelo meio, congestionava o setor com Heverton e Marcel. Heverton buscava o jogo mais recuado, mas errava passes. Quando Marcel dominava, os erros novamente aconteciam. Acosta saia da área pra buscar o jogo e quando dominava não tinha o que fazer, pois ninguém estava a frente dele, era ele quem tinha que estar na frente. Que beleza de bagunça. O gol só podia sair do jeito que foi. Aqui você assiste.
No segundo tempo, Perdigão entrou no lugar de Heverton, que era o dono das bolas paradas. O Corinthians perdeu essa opção, mas também pouco ameaçou o gol adversário. Herrera criou boas chances no final do jogo, quando o Corinthians também quase tomou o gol de empate. Seria merecido, mas o futebol nem sempre é justo. Antes do fim, os 13.211 pagantes ainda viram Marcel levar uma bolada no rosto quando tentava dominar uma bola com o pé! Esse é o Corinthians. Como me disse uma pessoa ontem: "10% melhor do que o ano passado, time ruim".
domingo, 23 de março de 2008
Paulista 0 - Palmeiras 2
Não assisti a partida, apenas vi, agora há pouco, todo o lance do segundo gol alviverde. Como gosto de fazer, prestei atenção em toda a jogada, desde sua origem.
O Paulista tinha a bola dominada, o zagueiro Rever armava o ataque e a zaga do Palmeiras fez o desarme, já próximo a meta de Marcos. Valdívia deu um dos primeiros passes da jogada, ainda no campo de defesa alviverde e apareceu na frente do goleiro para colocar a bola pro fundo do gol, no miolo da zaga, onde deveria estar Rever ou, no mínimo, algum volante o cobrindo. Existia sim um volante na jogada, mas claramente pego de surpresa.
Assim o Palmeiras matou o jogo.
O Paulista tinha a bola dominada, o zagueiro Rever armava o ataque e a zaga do Palmeiras fez o desarme, já próximo a meta de Marcos. Valdívia deu um dos primeiros passes da jogada, ainda no campo de defesa alviverde e apareceu na frente do goleiro para colocar a bola pro fundo do gol, no miolo da zaga, onde deveria estar Rever ou, no mínimo, algum volante o cobrindo. Existia sim um volante na jogada, mas claramente pego de surpresa.
Assim o Palmeiras matou o jogo.
Curiosidade
Eu já havia reparado nisso faz tempo, mas quero dividir com vocês.
No campeonato inglês, mesmo com as diferenças de camisas de Nike, Adidas e outras, os números das camisas dos clubes são iguais, com a mesma fonte. Repare.
Deve ser alguma norma da Confederação local. Vou pesquisar, depois completo a informação.
No campeonato inglês, mesmo com as diferenças de camisas de Nike, Adidas e outras, os números das camisas dos clubes são iguais, com a mesma fonte. Repare.
Deve ser alguma norma da Confederação local. Vou pesquisar, depois completo a informação.
Agora sim, nova fase do blog!
Este blog foi relançado em janeiro deste ano devido aos meus planos pessoais e profissionais. Sou jornalista, tenho prazer em escrever, principalmente quando o assunto é o futebol. Tenho incontáveis sonhos na vida, não vou falar sobre eles agora, o post seria gigantesco, os planos para a volta do Futebloguiando envolvem muitos desejos e pensamentos, seria complexo explicar aqui, mas basta dizer à vocês que hoje ele entra no momento mais esperado.
Hoje volto a cobrir jogos de futebol profissional no Estado de São Paulo. Como eu disse no começo do blog "Não sejamos incoerentes, é bastante difícil analisar taticamente uma partida através de transmissão televisiva. O campo de visão é imensamente menor e não é possível fazer uma análise correta do jogo". É isso aí. Agora, a cada rodada, pelo menos uma partida será acompanhada 'in loco' pelo blogueiro que vos escreve, isso trará mais enriquencimento ao próprio, ao blog e ao leitor.
Hoje começaremos com Corinthians x Rio Claro, às 16 horas no Morumbi.
Hoje volto a cobrir jogos de futebol profissional no Estado de São Paulo. Como eu disse no começo do blog "Não sejamos incoerentes, é bastante difícil analisar taticamente uma partida através de transmissão televisiva. O campo de visão é imensamente menor e não é possível fazer uma análise correta do jogo". É isso aí. Agora, a cada rodada, pelo menos uma partida será acompanhada 'in loco' pelo blogueiro que vos escreve, isso trará mais enriquencimento ao próprio, ao blog e ao leitor.
Hoje começaremos com Corinthians x Rio Claro, às 16 horas no Morumbi.
quarta-feira, 19 de março de 2008
A influência da TV no futebol
Desde 1994 a televisão vem ganhando força no futebol.
Há anos vêm se discutindo o uso das imagens durante os jogos, para momentos de dúvidas da arbitragem, como impedimentos, gols, faltas, agressões que passaram despercebidas pela visão dos 'homens de preto' do futebol.
Há algumas semanas a FIFA decidiu, definitivamente, que não usará a tecnologia. Bola com chip, câmeras na linha do gol, replay instantâneo, essas coisas não serão nem mais testadas, muito menos usadas.
Porém, para reconhecer erros da arbitragem e agressões, as imagens ainda serão utilizadas. No Brasil, os times grandes estão perdidos. Em jogos de equipes como São Paulo, Palmeiras, Corinthians, Santos, Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco, Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio, Internacional, o número de câmeras que estarão 'fiscalizando' erros de arbitragem ou agressões de atletas serão sempre mais vistos nas equipes grandes. Em um jogo entre Ituano x Sertãozinho, com menos câmeras, consequentemente menos fiscalização, um erro ou uma agressão passará sem punição.
Os grandes pagarão esse preço.
O futebol precisa das agressões? O Kleber precisava ter dado a cotovelada no André Dias? O Jorge Wagner precisava ter dado um chute no Valdivia? Que tipo de companheiros de profissão eles são? O mundo não é apenas violento entre as torcidas, na favela, nas ruas, no Iraque... dentro do campo os jogadores também dão péssimos exemplos. Eu queria que não fosse necessária a utilização das câmeras para isso.
Há anos vêm se discutindo o uso das imagens durante os jogos, para momentos de dúvidas da arbitragem, como impedimentos, gols, faltas, agressões que passaram despercebidas pela visão dos 'homens de preto' do futebol.
Há algumas semanas a FIFA decidiu, definitivamente, que não usará a tecnologia. Bola com chip, câmeras na linha do gol, replay instantâneo, essas coisas não serão nem mais testadas, muito menos usadas.
Porém, para reconhecer erros da arbitragem e agressões, as imagens ainda serão utilizadas. No Brasil, os times grandes estão perdidos. Em jogos de equipes como São Paulo, Palmeiras, Corinthians, Santos, Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco, Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio, Internacional, o número de câmeras que estarão 'fiscalizando' erros de arbitragem ou agressões de atletas serão sempre mais vistos nas equipes grandes. Em um jogo entre Ituano x Sertãozinho, com menos câmeras, consequentemente menos fiscalização, um erro ou uma agressão passará sem punição.
Os grandes pagarão esse preço.
O futebol precisa das agressões? O Kleber precisava ter dado a cotovelada no André Dias? O Jorge Wagner precisava ter dado um chute no Valdivia? Que tipo de companheiros de profissão eles são? O mundo não é apenas violento entre as torcidas, na favela, nas ruas, no Iraque... dentro do campo os jogadores também dão péssimos exemplos. Eu queria que não fosse necessária a utilização das câmeras para isso.
Enquete finalizada
A enquete do blog foi finalizada. Os internautas apontaram o Santos como o grande clube que ficará de fora da segunda fase do Campeonato Paulista. Em duas semanas saberemos.
O resultado será mantido aí do lado direito até o fim da fase de classificação.
O resultado será mantido aí do lado direito até o fim da fase de classificação.
terça-feira, 18 de março de 2008
Palmeiras x São Paulo
Apesar dos inúmeros problemas para montar o time, o São Paulo equilibrou a partida e podia ter saído com a vitória no jogo de Ribeirão Preto.
O jogo teve momentos de superioridade das duas equipes, tanto no primeiro quanto no segundo tempo e o empate não teria sido um resultado injusto. O Palmeiras tem um time que 'joga' com a bola nos pés, faz tabelas, aproxima os jogadores e procura passes rápidos, curtos e rasteiros, e por isso acabou prejudicado pelo péssimo estado do gramado.
Apesar de ser um time que possui na jogada aérea sua maior qualidade, o São Paulo também possui jogadores de boa técnica que acabaram não jogando o que podiam devido ao campo de jogo. Adriano, entretanto, jogador que usa mais sua força física se aproveitou e conseguiu se destacar no jogo de domingo.
Apesar do Palmeiras ser considerado favotiro antes do jogo, com as chuvas em Ribeirão, o São Paulo podia levar uma leve vantagem. Até o jogo de domingo o tricolor do Morumbi tinha feito 21 gols no Campeonato Paulista, sendo 11 de bola parada e 10 de bola rolando. Desses 10 com a bola rolando, 3 foram em bolas alçadas para a área. Em um campo encharcado, a tendência de se cruzar a bola na área adversária é maior, e foi assim que o São Paulo abriu o placar.
O restante do jogo vocês sabem como foi, mas existe um detalhe que pode ter decidido a partida. Aos 27 minutos e 27 segundos do segundo tempo, Adriano perdeu um gol cara a cara com Marcos, tento daqueles que não se pode perder. Quatro minutos depois, aos 31, Junior fez pênalti em Valdívia e a vitória que esteve próxima do São Paulo foi conquistada pelo Palmeiras. Um lance define a partida. Não concordo que o placar foi justo, 4-1 foi muito, mas poderia ter sido o contrário se o Adriano tivesse feito o segundo gol do SP.
Também não acho que 'pintou o campeão'. O Palmeiras desde o começo já era um dos favoritos, vem crescendo, como era previsto, mas ainda não está pronto. O SP vai sofrer bastante esse ano, o time não está encaixando e se o Muricy não tiver coragem de trocar alguns jogadores que estão em campo mais pelo nome do que pelo futebol, não vai assustar ninguém em 2008. É Muricy, você que é o bravinho das coletivas de imprensa, que diz que 'aqui não tem pressão', 'aqui é diferente', que você é preparado e é de alto nível, chegou um momento mais delicado, veremos como você vai se sair.
O jogo teve momentos de superioridade das duas equipes, tanto no primeiro quanto no segundo tempo e o empate não teria sido um resultado injusto. O Palmeiras tem um time que 'joga' com a bola nos pés, faz tabelas, aproxima os jogadores e procura passes rápidos, curtos e rasteiros, e por isso acabou prejudicado pelo péssimo estado do gramado.
Apesar de ser um time que possui na jogada aérea sua maior qualidade, o São Paulo também possui jogadores de boa técnica que acabaram não jogando o que podiam devido ao campo de jogo. Adriano, entretanto, jogador que usa mais sua força física se aproveitou e conseguiu se destacar no jogo de domingo.
Apesar do Palmeiras ser considerado favotiro antes do jogo, com as chuvas em Ribeirão, o São Paulo podia levar uma leve vantagem. Até o jogo de domingo o tricolor do Morumbi tinha feito 21 gols no Campeonato Paulista, sendo 11 de bola parada e 10 de bola rolando. Desses 10 com a bola rolando, 3 foram em bolas alçadas para a área. Em um campo encharcado, a tendência de se cruzar a bola na área adversária é maior, e foi assim que o São Paulo abriu o placar.
O restante do jogo vocês sabem como foi, mas existe um detalhe que pode ter decidido a partida. Aos 27 minutos e 27 segundos do segundo tempo, Adriano perdeu um gol cara a cara com Marcos, tento daqueles que não se pode perder. Quatro minutos depois, aos 31, Junior fez pênalti em Valdívia e a vitória que esteve próxima do São Paulo foi conquistada pelo Palmeiras. Um lance define a partida. Não concordo que o placar foi justo, 4-1 foi muito, mas poderia ter sido o contrário se o Adriano tivesse feito o segundo gol do SP.
Também não acho que 'pintou o campeão'. O Palmeiras desde o começo já era um dos favoritos, vem crescendo, como era previsto, mas ainda não está pronto. O SP vai sofrer bastante esse ano, o time não está encaixando e se o Muricy não tiver coragem de trocar alguns jogadores que estão em campo mais pelo nome do que pelo futebol, não vai assustar ninguém em 2008. É Muricy, você que é o bravinho das coletivas de imprensa, que diz que 'aqui não tem pressão', 'aqui é diferente', que você é preparado e é de alto nível, chegou um momento mais delicado, veremos como você vai se sair.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Libertadores
Buonanotte
Meia esquerda do River Plate. Baixinho, canhoto, rápido, boa visão de jogo, ótimos passes e lançamentos. Revelado no próprio River, começou a aparecer no time principal em 2006, tem 19 anos. Pode ser um dos futuros jogadores da seleção argentina.
Cabañas
Esse já é mais velho (28 anos). Mas eu o considero o melhor centroavante, daqueles 'fazedores' de gols, do mundo. Cara de indio, cabeludo, mas que faz gol com as duas pernas e do alto de seu 1,73m faz gol de cabeça com imensa facilidade também. Está no América do México, time de Sebástian Dominguez, ex-zagueiro do Corinthians) desde o segundo semestre de 2006 e já desbancou a eterna promessa Santa Cruz no comando de ataque de sua Seleção, o Paraguai. Quando tiverem oportunidade de acompanhar ou o América na Libertadores ou a Seleção Paraguaia, prestem atenção. Salvador Cabañas.
Vale destacar também mais um jogador e uma equipe. No mesmo América do México, o goleiro Francisco Guillermo Ochoa, de 23 anos. Belíssimo arqueiro. E a surpresa Universidad de San Martin, do Peru, que apesar de ter perdido para o América-MEX ontem, joga um futebol solto, com jogadores habilidosos. Bom time.
Meia esquerda do River Plate. Baixinho, canhoto, rápido, boa visão de jogo, ótimos passes e lançamentos. Revelado no próprio River, começou a aparecer no time principal em 2006, tem 19 anos. Pode ser um dos futuros jogadores da seleção argentina.
Cabañas
Esse já é mais velho (28 anos). Mas eu o considero o melhor centroavante, daqueles 'fazedores' de gols, do mundo. Cara de indio, cabeludo, mas que faz gol com as duas pernas e do alto de seu 1,73m faz gol de cabeça com imensa facilidade também. Está no América do México, time de Sebástian Dominguez, ex-zagueiro do Corinthians) desde o segundo semestre de 2006 e já desbancou a eterna promessa Santa Cruz no comando de ataque de sua Seleção, o Paraguai. Quando tiverem oportunidade de acompanhar ou o América na Libertadores ou a Seleção Paraguaia, prestem atenção. Salvador Cabañas.
Vale destacar também mais um jogador e uma equipe. No mesmo América do México, o goleiro Francisco Guillermo Ochoa, de 23 anos. Belíssimo arqueiro. E a surpresa Universidad de San Martin, do Peru, que apesar de ter perdido para o América-MEX ontem, joga um futebol solto, com jogadores habilidosos. Bom time.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Corinthians
Mais uma vez o Corinthians não jogou nada. Dessa vez o adversário foi o grande Rio Preto.
Mano resolveu escalar André Santos no meio campo. Tudo bem que o jogador já exerceu essa função em anos anteriores na carreira, mas colocá-lo assim, sem mais nem menos, sem treino, depois de muito tempo, é acreditar em milagres. Montou o time com o losango no meio de campo e acabou impedindo assim que Diogo Rincón jogasse. Esse último fez uma boa partida contra o Guaratinguetá, distribuiu bem as jogadas, com rapidez, passes longos e certeiros, não que seja um craque, mas fez o que os que entendem do assunto sempre falam: "quem corre é a bola". Eis que depois de uma boa exibição, Diogo apareceu jogando enfiado, bem próximo aos dois atacantes. Distante da sua função correta e consequentemente distante do seu futebol. Quando a bola caia pelos lados do campo e um jogador procurava alguém pelo meio, encontrava Perdigão. Este, por sua vez, parece que gastou todos os passes certos nos primeiros 3 jogos com a camisa alvinegra, já não acerta nem lateral mais.
A equipe continua sem jogar. Jogar eu digo no sentido de colocar a bola no chão, ter jogadas ensaiadas, ultrapassagens, tabelas... Mas não, o Corinthians não faz nada. Apresenta um futebol medíocre, que apenas busca fazer um gol para vencer a partida e depois passa o resto do tempo segurando o placar. Desculpe, mas é nojento. Jogar mais de 30 minutos com um jogador a mais do que o RIO PRETO (!?!?!?) e recuar esperando o adversário, substituir um atacante por um zagueiro? Creio que não foi por isso que aprendemos a gostar de futebol. Ou os lances de Ronaldinho, Robinho, os belos gols, belas jogadas não encantam a você, torcedor?
Tenho nojo de times que praticam esse futebol, assim como sinto nojo do time do São Paulo campeão brasileiro de 2007, da Seleção Brasileira de 2002. Não foi ganhar ou perder que me fez gostar de futebol, foi a beleza de uma jogada, de um time trabalhando em conjunto, de uma jogada de um craque. Respeito técnicos vencedores, mas nunca vou concordar com esse estilo de jogo.
Também me recuso a aceitar comentários de que Chicão e William são melhores jogadores do que os zagueiros que estavam no Corinthians no ano passado. Chicão e William parecem duas vacas tontas na zaga da equipe. Reparem, por favor. Ambos correm atrás dos atacantes adversários feito loucos, deixando o miolo da zaga aberta e pedindo para tomar gol assim. Contra o Gua´rá esse tipo de lance aconteceu com sucessivas falhas de Chicão, hoje William entrou na dança. Dois beques horrorosos protegidos por um esquema de medo.
Eu queria apenas registar um comentário extra.
Chicão, William e Mano Menezes.
Se não me engano, no jogo contra o Mirassol, Chicão falhou em uma marcação e saiu, aos berros, cobrando do lateral Coelho pela falha. A torcida corinthiana, que tanto valoriza os pratas da casa (?????) gritou o nome do recém chegado zagueiro, que nem sabe o que é Corinthians ainda. Que ainda não encarou uma crise no Parque São Jorge. Chicão admitiu a falha, mas não se desculpou com Coelho na frente de todos. Assim como gritou para o público todo, devia ter chamado a imprensa para assumir uma falha. Coelho, que já tinha passado negro na Fazendinha, foi embora.
William, zagueiro de 31 anos, que nunca obteve destaque em clube algum, que não tem história nenhuma no futebol e hoje é capitão (!!!) de um dos maiores clubes do mundo foi outro que chegou 'botando a banca' de super homem. Vira e mexe grita com Lulinha, ficou do lado de Chicão na discussão com Coelho. William, meu caro, gritar com o Lulinha é fácil né? Por que contra o Rio Preto você não olhou nos olhos do André Santos como fez com Lulinha? E você Sr. Mano Menezes, por que é tão bravo com Lulinha e Heverton (seu armador que não acerta MEIO passe) e com o William, Alessandro, Herrera e outros dos seus queridinhos você não grita?
Personalidade e caráter. Ou você tem, ou não tem.
Mano resolveu escalar André Santos no meio campo. Tudo bem que o jogador já exerceu essa função em anos anteriores na carreira, mas colocá-lo assim, sem mais nem menos, sem treino, depois de muito tempo, é acreditar em milagres. Montou o time com o losango no meio de campo e acabou impedindo assim que Diogo Rincón jogasse. Esse último fez uma boa partida contra o Guaratinguetá, distribuiu bem as jogadas, com rapidez, passes longos e certeiros, não que seja um craque, mas fez o que os que entendem do assunto sempre falam: "quem corre é a bola". Eis que depois de uma boa exibição, Diogo apareceu jogando enfiado, bem próximo aos dois atacantes. Distante da sua função correta e consequentemente distante do seu futebol. Quando a bola caia pelos lados do campo e um jogador procurava alguém pelo meio, encontrava Perdigão. Este, por sua vez, parece que gastou todos os passes certos nos primeiros 3 jogos com a camisa alvinegra, já não acerta nem lateral mais.
A equipe continua sem jogar. Jogar eu digo no sentido de colocar a bola no chão, ter jogadas ensaiadas, ultrapassagens, tabelas... Mas não, o Corinthians não faz nada. Apresenta um futebol medíocre, que apenas busca fazer um gol para vencer a partida e depois passa o resto do tempo segurando o placar. Desculpe, mas é nojento. Jogar mais de 30 minutos com um jogador a mais do que o RIO PRETO (!?!?!?) e recuar esperando o adversário, substituir um atacante por um zagueiro? Creio que não foi por isso que aprendemos a gostar de futebol. Ou os lances de Ronaldinho, Robinho, os belos gols, belas jogadas não encantam a você, torcedor?
Tenho nojo de times que praticam esse futebol, assim como sinto nojo do time do São Paulo campeão brasileiro de 2007, da Seleção Brasileira de 2002. Não foi ganhar ou perder que me fez gostar de futebol, foi a beleza de uma jogada, de um time trabalhando em conjunto, de uma jogada de um craque. Respeito técnicos vencedores, mas nunca vou concordar com esse estilo de jogo.
Também me recuso a aceitar comentários de que Chicão e William são melhores jogadores do que os zagueiros que estavam no Corinthians no ano passado. Chicão e William parecem duas vacas tontas na zaga da equipe. Reparem, por favor. Ambos correm atrás dos atacantes adversários feito loucos, deixando o miolo da zaga aberta e pedindo para tomar gol assim. Contra o Gua´rá esse tipo de lance aconteceu com sucessivas falhas de Chicão, hoje William entrou na dança. Dois beques horrorosos protegidos por um esquema de medo.
Eu queria apenas registar um comentário extra.
Chicão, William e Mano Menezes.
Se não me engano, no jogo contra o Mirassol, Chicão falhou em uma marcação e saiu, aos berros, cobrando do lateral Coelho pela falha. A torcida corinthiana, que tanto valoriza os pratas da casa (?????) gritou o nome do recém chegado zagueiro, que nem sabe o que é Corinthians ainda. Que ainda não encarou uma crise no Parque São Jorge. Chicão admitiu a falha, mas não se desculpou com Coelho na frente de todos. Assim como gritou para o público todo, devia ter chamado a imprensa para assumir uma falha. Coelho, que já tinha passado negro na Fazendinha, foi embora.
William, zagueiro de 31 anos, que nunca obteve destaque em clube algum, que não tem história nenhuma no futebol e hoje é capitão (!!!) de um dos maiores clubes do mundo foi outro que chegou 'botando a banca' de super homem. Vira e mexe grita com Lulinha, ficou do lado de Chicão na discussão com Coelho. William, meu caro, gritar com o Lulinha é fácil né? Por que contra o Rio Preto você não olhou nos olhos do André Santos como fez com Lulinha? E você Sr. Mano Menezes, por que é tão bravo com Lulinha e Heverton (seu armador que não acerta MEIO passe) e com o William, Alessandro, Herrera e outros dos seus queridinhos você não grita?
Personalidade e caráter. Ou você tem, ou não tem.
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